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"Não" e o hífen

Antes da reforma ortográfica, o "não" como prefixo, em alguns casos, era ligado por hífen ao substantivo que vinha logo a seguir.

Após a reforma ortográfica, o "não" como prefixo passou a ser grafado sem hífen. Portanto, acabaram as dúvidas! Na hora de escrever, simplesmente esqueça o hífen:

não fumante
não poluente
não concluído
não realizado
não autorizado
não verbal
não assalariado
não governamentais

A propósito, você sabe por que o "não" é usado desta forma em nossa língua? Sabemos que na língua portuguesa existem muitas palavras com sentido de negação, que iniciam com outros dois prefixos, o "des-" e o "in-". São exemplos: desfavorável, descontente, desleal, desarrumado, incompreensível, incompatível, inútil, etc. Logicamente, para algumas palavras não podemos utilizar esses prefixos para expressar a ideia de negação. Por exemplo, ficaria estranho dizermos "desconcluído", "desverbal" ou "desfumante".

Assim, a adoção do "não" como prefixo trouxe resultados amplamente positivos para nossa língua. Isso se deve ao fato de que o "não" claramente expressa o antagonismo necessário aos discursos presentes em nosso cotidiano. Afinal, se existem organizações não governamentais, podem existir também as governamentais, se existem os não fumantes, há também os fumantes, e assim por diante.

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